REVISTA DE SAÚDE DOM ALBERTO https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto <p align="justify">A <strong>Revista de Saúde Dom Alberto</strong> (<a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2318-7700#" target="_blank" rel="noopener">ISSN 2318-7700</a>), com periodicidade de publicação semestral, é uma iniciativa da Coordenação de Pós-Graduação e Publicação da Faculdade Dom Alberto, de Santa Cruz do Sul/RS. É uma revista acadêmico-científica em formato on-line que visa a divulgar produções científicas da área do conhecimento das Ciências da Saúde(Enfermagem, Medicina, Odontologia, Farmácia, Nutrição, Saúde Coletiva, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Educação Física) e áreas afins.</p> Faculdade Dom Alberto pt-BR REVISTA DE SAÚDE DOM ALBERTO 2318-7700 PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DE ALAGOAS, 2011 A 2015 https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/407 <p>OBJETIVO: analisar o perfil epidemiológico da mortalidade infantil no estado de Alagoas no período de 2011 a 2015. METODO: Trata-se de um estudo descritivo com abordagem quantitativa utilizando dados secundários. Foram utilizados dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos e do Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde. RESULTADO: A mortalidade infantil em Alagoas no período em estudo caracterizou-se por crianças predominantemente do sexo masculino, crianças de cor parda, que nasceram prematuras e com baixo peso, cujas mães tinham entre 20 e 39 anos de idade, com 4 a 7 anos de estudo, que tiveram gestação de feto único e que tiveram seus filhos por parto vaginal. Em relação a TMI do estado de Alagoas notou-se que se encontra em declínio. CONCLUSÃO: Diante do exposto, pôde-se perceber a importância MI enquanto problema de saúde pública e que embora esteja apresentando declínio, ainda apresentam taxas elevadas. Neste cenário, conhecer a mortalidade infantil em Alagoas apresenta-se relevante, uma vez que possibilita investigar aspectos peculiares dos óbitos infantis, permitindo intervenções condizentes com a realidade do estado.</p> José Augustinho Mendes Santos Beatriz Santana de Souza Lima Copyright (c) 2019-10-15 2019-10-15 3 1 3 29 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE AUTISTA https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/408 <p>Esse estudo tem como objetivo descrever o que a literatura científica mais atual traz a respeito da assistência humanizada de enfermagem junto à criança autista. Trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Base de Dados em Enfermagem (BDENF) e Índice Bibliográfico Espanhol de Ciências da Saúde (IBECS), incluindo artigos publicados de 2008 a 2014. A partir dos critérios inclusão e exclusão, foram selecionados 8 artigos. Os enfermeiros precisam investir nas práticas de atenção à saúde, na comunicação da sua avaliação para uma melhor confirmação de diagnóstico e início do tratamento, proporcionando um atendimento humanizado, e ter consideração à complexidade e o impacto do diagnóstico na família. Conclui-se que a criança autista é um paciente que requer uma maior atenção da equipe de enfermagem. Os enfermeiros precisam elaborar estudos com o intuito de se criar cuidados e intervenções específicos de enfermagem para os autistas.</p> Nair Kelly Santos José Augustinho Mendes Santos Camila da Paz Santos Valéria Pedrosa Lima Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 17 29 ANALFABETISMO MATERNO E O RISCO DE DESNUTRIÇÃO INFANTIL https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/409 <p>O presente artigo propõe descrever os aspectos do analfabetismo materno e o risco de desnutrição infantil, por meio de um relato de caso com uma mãe analfabeta de criança menor de 2 anos, em risco de desnutrição infantil na Unidade de Saúde PSF Alto da Boa Vista no município de Paripueira, Estado de Alagoas. Os achados deste estudo implicam a existência da associação entre o analfabetismo e o risco da desnutrição gerando consequências na prática do cuidar entre elas: desmame precoce, introdução alimentar precoce e errônea, inabilidade e incapacidade de práticas promotoras para o desenvolvimento e saúde infantil. Espera-se que este estudo sirva de instrumento para colaborar com o embasamento das ações do cuidar em saúde na Estratégia de Saúde da Família. Um caminho plausível é o resgate da educação em saúde baseada na criatividade e ludicidade visando à promoção da saúde e da vida dos pequenos cidadãos.</p> Juliana Gomes Bastos Elaine Kristhine da Rocha Monteiro Roberto Jorge Vasconcelos Santos José Augustinho Mendes Santos Beatriz Santana de Souza Lima Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 30 42 SEXUALIDADE NA TERCEIRA IDADE https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/410 <p>Objetivo: Identificar o que a literatura científica traz a respeito da atuação do enfermeiro na sexualidade na terceira idade e apontar as concepções dos idosos a respeito da sexualidade. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, realizada por acesso online nas bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Base de Dados Brasileiras de Enfermagem (BDENF), totalizando 11 artigos. Resultados: As evidencias mostraram que é necessário que enfermeiro se conscientize que a vida sexual do idoso precisa ser vista como realidade para que orientação sobre medidas preventivas das DSTs possam ser passadas. Conclusão: o enfermeiro precisa estimular o idoso a conversar sobre sua vida sexual, ajudando na qualidade de vida do mesmo, buscando oferecer o melhor de seus conhecimentos para promover uma assistência de enfermagem hábil, proporcionando ao idoso expectativa e novas perspectivas.</p> Aline Petean Camelo Morgana Amélia Lins José Augustinho Mendes Santos Camila da Paz Santos Raissa Fernanda Evangelista Pires Santos Wanderson Alves Ribeiro Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 43 63 A FAMÍLIA COMO UNIDADE DE CUIDADOS NA SAÚDE E NA DOENÇA https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/411 <p>O presente estudo teve como objetivo principal a discussão entre acadêmicos de enfermagem sobre os diferentes conceitos do termo família e da importância destes no processo saúde-doença. Trata-se de um relato de experiência que se concebeu através de uma atividade desenvolvida em sala de aula, buscando a reflexão dos estudantes para com o tema. A partir de pesquisas realizadas sobre o assunto, percebeu-se que a designação de família vem se atualizando e se reformulando constantemente e, além disso, apontam que independentemente de sua constituição, o apoio familiar é de extrema importância.</p> Adriane Cristina Sehn Marta Elaine Ehrhardt Braz Raquel Farias Rozeno Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 54 61 ENFERMEIRO COMO ATOR SOCIAL INCENTIVADOR DO ALEITAMENTO MATERNO https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/412 <p>Esse artigo tem como objetivo identificar os métodos de incentivo do enfermeiro frente ao aleitamento materno exclusivo no município de São Sebastião - TO. No que se refere à Fundamentação Teórica, esse trabalho está alojado no campo das Ciências Humanas e Biológicas da Saúde em uma perspectiva interdisciplinar. Esta postura, por sua vez, colabora para um olhar mais complexo acerca do objeto investigado. Metodologicamente, tem-se uma pesquisa descritivo-exploratória, com abordagem quantitativa e qualitativa, desenvolvido na USF I do município de São Sebastião - TO, onde foram entrevistados 2 enfermeiros e 15 gestantes atendidas na mesma unidade básica de saúde. Os dados revelam que os profissionais enfermeiros se mostram comprometidos com o estímulo ao aleitamento materno exclusivo embora não realizem nenhuma atividade de grupo ou semelhante, palestras ou similar que venha a influenciar/estimular de forma mais precisa na prática da amamentação exclusiva até o sexto mês de vida. Enquanto as gestantes sempre orientadas quanto a alimentação da criança e os cuidados com as mamas.</p> Adriano Kerles de Deus Monteiro Bruno Gomes Pereira Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 62 76 PRONTUÁRIO ELETRÔNICO COMO FERRAMENTA DA GESTÃO DO CUIDADO https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/414 <p>O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma das principais ferramentas de Tecnologias de Informação e Comunicação que o profissional de saúde precisa ou precisará lidar nas suas atividades diárias, seja no âmbito ambulatorial ou hospitalar. Assim o objetivo deste estudo foi analisar o prontuário eletrônico do paciente implantado em 2013 no Centro de Assistência à Saúde do Corpo de Bombeiros Militar no município de Maceió/AL e descrever propostas para uma nova versão que favoreça o registro, segurança e sigilo dos dados de saúde do paciente. Tratou-se de um estudo documental, exploratório, descritivo. Após a análise do PEP, foram descritos os dados contemplados, bem como construídas possíveis sugestões para ajustes em uma nova versão. Percebeu-se, contudo, que o PEP é um importante veículo de comunicação entre os profissionais de saúde e favorece a continuidade da assistência, bem como proporciona uma atenção integral aos pacientes. Para tanto, se constituí em um processo dinâmico passível de modificações e aperfeiçoamento que venham a ofertar maior segurança dos dados armazenados.</p> Elaine Kristhine Rocha Monteiro José Augustinho Mendes Santos Amuzza Aylla Pereira Santos Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 77 90 RELATO DE EXPERIÊNCIA https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/415 <p>Este trabalho tem como objetivo descrever a trajetória, os desafios e as dificuldades enfrentadas por um acadêmico do curso de graduação em Enfermagem da Faculdade Dom Alberto, como visitador do Programa Primeira Infância Melhor (PIM), compreendendo de que forma as visitas realizadas auxiliaram no desenvolvimento das crianças. A metodologia utilizada trata-se de um relato de experiência narrativo e descritivo sobre a vivência no Programa Primeira Infância Melhor no período em que foram realizadas as visitas de agosto de 2018 até março de 2019, compreendendo o total de 7 meses. Pude acompanhar a realidade das famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade nos bairros Faxinal e Menino Deus, realizando visitas domiciliares visando fortalecer atividades educativas e lúdicas que auxiliassem no desenvolvimento de crianças de 0 a 3 anos, 11 meses e 29 dias além de gestantes que estivessem com acompanhamento de pré-natal na rede básica ou de alto risco na rede especializada. Acredito que a experiência contribuiu muito no meu desenvolvimento pessoal e profissional. Conhecer a realidade e vivenciar as dificuldades junto as famílias fez com que se ampliasse o meu olhar em relação a saúde, ao cuidado e as dificuldades enfrentadas.</p> Felipe Luiz Ieger Juliana Amaral Rockembach Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 91 104 PERFIL DE MALFORMAÇÃO CONGÊNITA EM NASCIDOS VIVOS, DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, 2012-2016 https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/416 <p>O presente estudo teve como objetivo geral avaliar a malformação congênita de nascidos vivos pertencentes ao estado do Rio Grande do Sul entre os anos de 2012 a 2016. Para tanto, foi realizado um epidemiológico descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa. Os dados foram coletados a partir do por meio de dados obtidos no Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC) e analisados por estatística descritiva. Os principais resultados evidenciaram risco aumentado para MC entre RNs do ano de 2012 (21,57%), do sexo masculino (58,10%) com idade gestacional (IG) inferior a 37 semanas. Os resultados indicaram que, os dados obtidos no SINASC/RS de RNs com MC convergem em sua maioria com os demais dados de demais estudos realizados no Brasil. No entanto, destaca-se as variáveis gravidez única e índice de apgar no 1º e 5º minuto de vida &gt;7 que obtiveram números expressivos que contrariam os dados encontrados nos demais estudos realizados dentro da temática MC.</p> Mauren Pimentel Lima José Augustinho Mendes Santos Juliana Amaral Rockembach Fernanda dos Santos Lochmis Beatriz Santana de Souza Lima Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 105 120 O PAPEL DO (A) ENFERMEIRO (A) NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/417 <p>O estudo teve como objetivo analisar o papel do enfermeiro na atenção básica a saúde, ressaltando seu perfil e sua qualificação profissional e as dificuldades enfrentadas e encontradas na sua rotina diária. Tratou-se de um estudo exploratório por meio de revisão bibliográfica. Notou-se que é imprescindível a necessidade de mudança nos paradigmas, buscando por melhorias na qualidade da função, os profissionais enriquecerem seus conhecimentos teóricos e práticos para ter êxito na prática, além de ter habilidades e conhecimento da área de abrangência. A principal preocupação dos enfermeiros relacionou-se à satisfação dos usuários e resolução dos problemas. A atuação da equipe multidisciplinar colabora para a obtenção das metas e não só o enfermeiro, mas também a equipe como um todo que devem realizar ações objetivando superar as dificuldades. Necessitam-se da formação de grupos educativos, qualificação contínua desses profissionais, recursos humanos e estrutura física adequada e incentivo para a busca por aperfeiçoamento. É importante destacar o comprometimento diário desses profissionais na atenção básica a saúde, e a necessidade de avançar no que se refere ao deslocamento dos processos de trabalho, para um processo mais voltado aos usuários, onde a clínica ampliada seja o imperativo ético- político da organização dos serviços e da intervenção profissional. Para tanto há a necessidade gritante da valorização desses profissionais e do comprometimento também de seus gestores.</p> Juliana Braga Gomes Indiara Foljarini de Freitas Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 121 145 ATIVIDADES REALIZADAS POR FARMACÊUTICOS EM UMA FARMÁCIA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS – SC https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/418 <p>Dentre as atividades desenvolvidas por farmacêuticos da rede de serviços de saúde do município de Florianópolis somente é obrigatório o registro das dispensações ou fornecimentos de medicamentos. Assim, supõe-se que existem outras atividades que não são registradas e, portanto, não são identificadas nos relatórios obtidos do sistema informatizado. Com o intuito de identificar tais atividades e reconhecer as mais frequentes e as que requerem mais tempo, fez-se um estudo observacional sobre a rotina dos farmacêuticos em uma Unidade Básica de Saúde. Dois farmacêuticos foram entrevistados, os quais identificaram as atividades desenvolvidas e estimaram o tempo gasto com cada uma. Após, realizou-se observação direta do trabalho. Os farmacêuticos relataram utilizar cerca de 66,7% de seu tempo de trabalho com a dispensação e 14,0% com atividades administrativas. Durante a observação direta, encontrou-se que utilizaram, em média, 41,3% e 27,4% de seu tempo, respectivamente. Outras atividades foram relatadas e observadas no tempo restante. A rotina de trabalho difere da percepção dos farmacêuticos, além de haver atividades não registradas. Assim, o trabalho do farmacêutico passa a falsa impressão de se constituir somente de dispensação. Evidencia-se a importância do registro das atividades desenvolvidas para a obtenção de uma dimensão mais clara do trabalho do farmacêutico.</p> Camila Fontana Roman Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 146 459 PERFIL DOS PACIENTES INTERNADOS POR INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO EM HOSPITAL DE REFERÊNCIA EM CARDIOLOGIA, RELAÇÃO DE CUSTO E TEMPO DE INTERNAÇÃO https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/419 <p>Objetivos: As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade no Brasil, além de responsáveis pela permanência hospitalar prolongada, readmissões precoces e maior utilização de recursos públicos em hospitais do país. Objetivou-se avaliar o perfil e o tempo de internação dos pacientes acometidos por infarto agudo do miocárdio num hospital de referência em cardiologia e o custo que este representa para o Sistema Único de Saúde (SUS). Métodos: Estudo transversal, observacional quantitativo, através de entrevista estruturada a pacientes hospitalizados por condições cardiovasculares, no período de setembro/2014 a maio/2015. Resultados: A amostra foi de 60 pacientes, idade média de 62 anos. A hipertensão arterial sistêmica a condição clínica mais prevalente (48,3%), 49 (81,7%) eram sedentários e 45 (75%) tabagistas. Encontrou-se correlação significativa entre o sedentarismo e pacientes que apresentavam problemas circulatórios prévios (p=0,005). Conforme dados encontrados, o custo total mínimo hospitalar para o SUS em período de até 7 dias é de R$ 588,12, e a média do tempo de internação nesta pesquisa foi de 4,55 ± 2,5 dias. Conclusão: Houve relação entre o sedentarismo e os pacientes com problemas circulatórios e/ou vasculares, além de identificar o perfil destes pacientes e apresentar os valores relacionados ao tempo de internação por IAM.</p> Mariana Portela de Assis Andrea Henes Wiesioek Juliano Rodrigues Adolfo Ana Paula Helfer Schneider Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 160 168 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE https://revista.domalberto.edu.br/index.php/revistadesaudedomalberto/article/view/420 <p>Neste estudo buscou-se conhecer, através de uma revisão bibliográfica, como o enfermeiro desenvolve suas atividades na Atenção Básica de Saúde (ABS), por meio do qual observamos o exercício de atividades dicotômicas (gerenciais e técnicas/assistenciais). Como também exerce atividades gerenciais, também são: coordenadores ou líderes em Unidade Básica de Saúde (UBS), compreendendo o principal objetivo do enfermeiro na unidade básica de saúde em foco realizando atividades especialistas em prol não só atendimento de paciente individual em si, mas também com a família e as comunidades com programas elaborados em consonância com as diretrizes do sistema Único de Saúde (SUS) e do Programa Saúde da Família (PSF). Identificamos que o enfermeiro é capaz de fazer um trabalho dicotômico em prestação implementada da assistência pela SAE e gerenciamento mostrando assim facilidade, aderência e altos índices de eficácia e adaptação no trabalho desenvolvido, com bom planejamento, coordenado com muita dicção. Porém neste estudo percebemos a necessidade de melhorias e métodos específicos para a elaboração com mais ênfase em disciplinas ministradas em salas de aulas voltadas ao tema do papel gerencial do Enfermeiro em Unidades Básicas de Saúdes, sendo assim uma educação primária aos enfermeiros das UBS.</p> Miguel Correa Almeida Maria Betânia Linhares Lopes Copyright (c) 2019-06-17 2019-06-17 3 1 169 186